
Assista ao vídeo!!
http://www.youtube.com/watch?v=J4vxQsGxxZ0&feature=player_embedded

Segundo as memórias da Irmã Lúcia, podemos dividir a mensagem de Fátima em 3 ciclos: Angélico, Mariano e Cordimariano.O ciclo Angélico se deu em 3 momentos: quando o anjo se apresentou como o Anjo da Paz, depois o Anjo de Portugal e por fim o Anjo da Eucaristia.Depois das aparições do anjo, no dia 13 de maio de 1917, começa o ciclo Mariano, quando aquela que se apresentou mais brilhante do que o sol a 3 crianças: Lúcia, 10 anos, modelo de obediência e seus primos Francisco, 9, modelo de adoração e Jacinta, 7, modelo de acolhimento.Na Cova da Iria aconteceram 6 aparições de Nossa Senhora do Rosário. A sexta, sendo somente para a Irmã Lúcia, assim como aquelas que ocorreram na Espanha, compondo o Ciclo Cordimariano.Em agosto, devido às perseguições que os Pastorinhos estavam a sofrer por causa da mensagem de Fátima, a Virgem do Rosário não pôde aparecer para eles na Cova da Iria. No dia 19 de agosto ela aparece a eles então no Valinhos.Algumas características em todos os ciclos: o mistério da Santíssima Trindade, a reparação, a oração, a oração do santo Rosário, a conversão, a consagração da Rússia ao Imaculado Coração de Maria. Enfim, através dos Pastorinhos, a Virgem de Fátima nos convoca à vivência do Evangelho, centralizado no mistério da Eucaristia. A mensagem de Fátima está a serviço da Boa Nova de Nosso Senhor Jesus Cristo.A Virgem Maria nos convida para vivermos a graça e a misericórdia.A mensagem de Fátima é para o mundo, por isso, lá é o Altar do Mundo.Expressão do Coração Imaculado de Maria que no fim irá triunfar é a jaculatória ensinada por Lúcia: "Ó Meu Jesus, perdoai-nos e livrai-nos do fogo do Inferno, levai as almas todas para o Céu; socorrei principalmente as que mais precisarem!"Nossa Senhora de Fátima, rogai por nós
FONTE : http://www.cancaonova.com/portal/canais/liturgia/santo/index.php?dia=13&mes=5

Há alguns dias, no programa de televisão da Madre Angélica nos Estados Unidos (EWTN), relataram um episódio pouco conhecido da vida do Papa João Paulo II.
Um sacerdote norte americano da diocese de Nova York se dispunha a rezar em uma das paróquias de Roma quando, ao entrar, se encontrou com um mendigo. Depois de observá-lo durante um momento, o sacerdote se deu conta de que conhecia aquele homem. Era um companheiro do seminário, ordenado sacerdote no mesmo dia que ele. Agora mendigava pelas ruas.
O padre, depois de identificar-se e cumprimentá-lo, escutou dos lábios do mendigo como tinha perdido sua fé e sua vocação. Ficou profundamente estremecido. No dia seguinte o sacerdote vindo de Nova York tinha a oportunidade de assistir à Missa privada do Papa e poderia cumprimentá-lo no final da celebração, como é de costume. Ao chegar sua vez sentiu o impulso de ajoelhar-se frente ao Santo Padre e pedir que rezasse por seu antigo companheiro de seminário, e descreveu brevemente a situação ao Papa.
Um dia depois recebeu o convite do Vaticano para cear com o Papa, e que levasse consigo o mendigo da paróquia. O sacerdote voltou à paróquia e comentou a seu amigo o desejo do Papa. Uma vez convencido o mendigo, o levou a seu lugar de hospedagem, ofereceu-lhe roupa e a oportunidade de assear-se.
O Pontífice, depois da ceia, indicou ao sacerdote que os deixasse a sós, e pediu ao mendigo que escutasse sua confissão. O homem, impressionado, respondeu-lhe que já não era sacerdote, ao que o Papa respondeu: " uma vez sacerdote, sacerdote para sempre". "Mas estou fora de minhas faculdades de presbítero", insistiu o mendigo. "Eu sou o Bispo de Roma, posso me encarregar disso", disse o Papa.
O homem escutou a confissão do Santo Padre e pediu-lhe que por sua vez escutasse sua própria confissão. Depois dela chorou amargamente. Ao final João Paulo II lhe perguntou em que paróquia tinha estado mendigando, e o designou assistente do pároco da mesma, e encarregado da atenção aos mendigos.
A cada ano que passa temos o habito de na quarta feira ir a missa para receber as cinzas, do qual significa que viemos do pó e para o pó voltaremos.
Mas esse ano algo mais me chamou atenção, e não contive minhas lagrimas ao ver todos os cristãos com o sinal da fé. Sim o sinal da fé estampado em nossa testa, cinza em forma de cruz, cruz nossa salvação.
A maioria das pessoas estavam presentes na missa somente por tradição, ou em busca de uma benção, sem se dar conta da grandeza daquele momento, do qual só nós católicos temos essa graça, temos essa marca.
Entristecia-me quando via alguns jovens com vergonha de sair com cinzas na testa, a verdade é que os mesmo não têm noção da beleza daquilo, de mostrar que sim somos católicos, temos um sinal, um sinal de fé. Cabe a cada um de nós repassarmos a verdadeira razão de ser católicos apostólicos romanos.
Em conversa com uma amiga, ela me dizia que quem foi católico e buscou outras religiões, outros deuses, por mais que estivesse longe dos nossos costumes no mais intimo de seu coração jamais deixaria de ser católico. Junto ao comentário dela e vendo todos selados com nossa marca compreendi em meu coração que todos que um dia já carregaram essa marca jamais esqueceram.
Convido a todos para que levantem sua bandeira de cristão e que espalhem a nossa marca de fé, a nossa marca de salvação.
Iniciemos essa quaresma com o coração aberto para renovar nossa vida, nossa fé, que não seja somente quarenta dias sem significado, mas sim um tempo de redimir nossos pecados e renovar nosso sim na obra do Senhor.
Alice Paganini
Secretaria Davi das Artes e
Comunicação Social

Um dos mais destrutivos sentimentos que podem atingir uma pessoa é o sentimento de culpa. Mesmo quando reconhecemos nossos próprios erros, esse sentimento nos leva a carregar fardos pesados ao longo de nossas vidas. A angústia física, espiritual e emocional passam a fazer parte de nosso cotidiano e isso vai nos deixando sem forças e fazendo com que nos achemos indignos de fazer ou falar determinadas coisas. È como se fossemos escravos de nós mesmos.
A partir disso , muitas pessoas começam entrar em um estado de tristeza, stress e até depressão, não conseguindo dar continuidade à sua vida, pois vivem como museus: “ENTERRADAS NO PASSADO”.
Mas o amor de Deus nos dá nova esperança quando nos convencemos que só através dele podemos encontrar cura definitiva para esse mal. É maravilhoso quando descobrimos que a melhor forma para nos livrarmos disso tudo é através da Confissão. Ela nos lava e purifica de toda a sujeira espiritual. Claro que a pessoa deve decidir-se também por abandonar aquela vida velha e recomeçar uma vida nova guiada sempre pelos conselhos do Espírito Santo.
Deus sempre nos dá uma nova chance quando caímos, e para Ele é sempre um motivo de grande vitória a nossa decisão de levantar e começar de novo. Ele nunca rejeita um coração humilde e obediente.
Assim, podemos então dizer que somente este sacramento precioso que Deus nos deixou pode nos trazer paz de espírito, cura emocional, recuperar a auto-estima e dizer por experiência própria: “Feliz aquele cujos pecados Deus perdoa e cujas culpar Ele apaga. Feliz aquele que o Deus Eterno não acusa de fazer coisas más e que não age com falsidade.”(Salmo 32, 1-2)
Por: Rosangela